Quinta-feira, 9 de Junho de 2011
Versão Beta – Testes

Objectivos - principais aspectos a avaliar:

 

- Fluidez da navegação;

- Intuitividade da iconografia;

- Identificação de eventuais erros dos conteúdos;

- Compreensão por parte do utilizador da informação pretendida nas histórias;

De modo a verificar os factores acima identificados, decidimos recorrer aos seguintes tipos de teste:

Teste de Funcionalidade - A realização deste teste vai nos permitir obter um correcto funcionamento da interface, possibilitando também detectar eventuais bugs presentes na aplicação. Este teste vai ter um papel crucial, visto que a partir dele vai ser possível obter um feedback do utilizador, que poderemos usar para identificar e posteriormente melhorar determinados pontos cuja resposta esteja abaixo do esperado.

Teste de Design - Este teste vai-nos possibilitar entender até que ponto o grafismo está a corresponder aos requisitos da aplicação. Assim vamos conseguir avaliar se a identidade gráfica que conferimos ao projecto se adequa ao pretendido. Basicamente, este teste vai-nos guiar de forma a conseguirmos um grafismo consistente e capaz de prender o utilizador ao ecrã. 

Teste de Conteúdos - O objectivo deste teste será analisar os vários tipos de conteúdos presentes na aplicação, e verificar os respectivos critérios qualitativos, tais como legibilidade e ortografia dos textos ou qualidade e visibilidade das imagens e vídeos.

Teste de Usabilidade - É importante testar a usabilidade de uma aplicação para verificar se a mesma cumpre não só os objectivos a que se propõe, mas também se estes objectivos são cumpridos de forma eficaz, deixando o utilizador satisfeito. Deste modo, a usabilidade deverá ser testada tendo em conta três atributos: a eficácia (relação entre os objectivos definidos e os atingidos pelo utilizador), a eficiência (relação entre os recursos definidos como fundamentais e os realmente utilizados) e a satisfação (nível de aceitação do produto por parte do utilizador). Não nos adiantaria de nada ter uma aplicação de nível excelente em termos gráficos se esta se baseasse numa interface muito complicada para o utilizador, por exemplo, pois este eventualmente acabaria por desistir de tentar utilizá-la.

Técnica de Teste

Utilizaremos a técnica de teste integrado, no que diz respeito aos testes de funcionalidade, design, e conteúdos. Esta permitir-nos-á combinar os vários módulos da aplicação, e testá-la como um todo.

No caso do teste de usabilidade, recorreremos à técnica Cognitive Walkthrough, aliada ao Thinking Aloud Protocol, ou seja, será fornecido ao participante uma lista de tarefas concretas que este procurará realizar, sendo utilizado um formulário que será preenchido por nós de modo a descrevermos o resultado do processo. Enquanto utiliza a aplicação, o participante será convidado a verbalizar os seus pensamentos, de modo a analisarmos posteriormente as suas reacções.

Técnica de recolha de dados

 

Na realização dos testes de funcionalidade, design e conteúdos, de maneira a recolhermos os dados, utilizaremos grelhas de registo.

Relativamente ao teste de usabilidade, além do formulário que será preenchido por nós no que diz respeito à técnica Cognitive Walkthrough, recorreremos também a uma grelha de registo para apontar as observações verbalizadas pelo utilizador, no seguimento do Thinking Aloud Protocol.

Recorreremos ainda à gravação em vídeo e áudio dos testes, através de um screen recorder, para posterior análise.

 

Participantes

 

Decidimos utilizar 5 participantes para os testes, pois julgamos que este é um número suficiente para obtermos as conclusões pretendidas.        


Iremos procurar que 2 dos participantes tenham alguma experiência na utilização de conteúdos multimédia, e os 3 restantes serão pessoas menos conhecedoras nesse aspecto.

Dado o conceito da nossa aplicação, existem certas limitações a aplicar aos participantes, nomeadamente em termos de idade. Assim, fará sentido limitar a amostra a pessoas maiores de idade, pois aqui estará concentrado o nosso público-alvo.

No que toca ao género, a nossa aplicação destina-se a pessoas de ambos os sexos, não existindo diferenciação, pelo que consideramos que este não seja um factor decisivo. Procuraremos, ainda assim, equilibrar os participantes, como por exemplo 3 de sexo masculino e 2 de sexo feminino, ou vice-versa.

Em relação ao ambiente, optamos por realizar os testes num ambiente de uso não controlado, para simular a experiência de e-learning.




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